Tag crónicas

Sim, sou uma ex-gorda em recuperação ❤️‍🩹

Em miúda, os doces eram tanto uma perdição como um escape, como os meus pais estavam separados conseguia “jogar” acerca do que comia com um e com o outro. Desta forma cresci com uma necessidade de açúcar incontrolável, devorava tabletes de 100gr como quem come três quadrados. Como antes não existia grande informação as pessoas ainda “aplaudiam e riam-se” como se de uma habilidade se tratasse ...
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desabafo de uma “ex gorda” EM CONTINUIDADE

O que vês aqui? Eu digo: sou a Teresa “uma ex-gorda em recuperação”. O que é isso? Viver com complexos diários, sobretudo na praia pela exposição. Nunca ir onde possam estar muitas pessoas conhecidas e se por algum motivo estiver sem ir ao WC, ou se tiver bebido álcool no dia anterior e me sentir inchada, invento alguma desculpa para não tirar a roupa ...
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Todos os dias são os certos para recomeçar.

Estou à procura de trabalho em alguma das minhas duas áreas de formação: Comunicação ou Marketing. Tomei apenas uma decisão: já não quero trabalhar em televisão, porque a televisão nunca me quis a mim. Tive a sorte de conhecer vários coordenadores de programas, diretores de canais e até ao dia de hoje “nunca nenhum projeto se enquadrou com o meu perfil”, desde os canais públicos aos privados, da Informação ao Entretenimento ...
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E tu, sabes realmente quem és e para onde queres ir?

Nos últimos dois meses estive a descobrir-me, tive de chegar aos 29 anos para começar a perceber, efetivamente, quem sou e para onde quero realmente ir. O processo de descoberta é duro e solitário. Exigiu que, finalmente, fizesse o início do luto da minha tão amada mãe ao fim de tantos anos, entendesse que “está mas não está” e que o estar é muito além do físico e da presença ...
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Será a vida um festival em tempo real?

Acho que serei, para sempre, uma “Festivaleira na vida”, pelo menos, assim espero. Não quero, de modo algum perder esta minha vontade de me divertir, dançar, abraçar, beijar e viver momentos tão felizes com quem mais gosto, mas também não quero perder a minha garra de lutar. No fundo, a vida é como um festival, não é? ...
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Gostaremos para sempre de música brasileira, não é?

A minha mãe dançava ao som do "Amor de Julieta e Romeu", que na verdade era mesmo igualzinho ao "meu e o seu". Gostava de Caetano Veloso, no fim dos dias mais gélidos, e foi quem me ensinou que a nossa energia se adapta conforme a melodia. Tínhamos sempre a casa cheia, muito embora não a recorde como "mestre da culinária", aprendeu a fazer os nossos pratos favoritos como ninguém e quando se tratava de convívios a receita era simples: pedia a cada um que trouxesse o que conseguisse, só não podia faltar alegria ...
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Umami? das melhores experiências gastronómicas da minha vida!

O Umami proporcionou-me das melhores experiências gastronómicas da minha vida, e por isso resolvi tirar 4733882 fotografias para recordá-lo, com medo de perder alguma coisa. Eu sei, é contraditório, por um lado queria muito viver o momento, por outro estava com tanto medo de me esquecer mais tarde de alguma parte que quis deixar tudo em fotografias, agora que penso… a minha geração é mesmo complexa, não é? Queremos tanto mostrar o que vivemos, que vivemos menos para o mostrar ...
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Dia da mãe, mais um.

Hoje venho desabafar contigo, sabes? Perder uma mãe deve ser o mais parecido com amputar uma perna a sangue frio e ter de continuar a caminhar, como se nada fosse. Perder uma mãe- que é também a minha casa- é como perder o abraço, o amparo e a estrutura maior para ser pedra, um dia que tenha que construir o meu próprio palácio ...
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