Acho que serei, para sempre, uma “Festivaleira na vida”, pelo menos, assim espero.
Não quero, de modo algum perder esta minha vontade de me divertir, dançar, abraçar, beijar e viver momentos tão felizes com quem mais gosto, mas também não quero perder a minha garra de lutar.
No fundo, a vida é como um festival, não é? Quando queremos muito ver um concerto, atuação ou artista que admiramos, quase corremos e fazemos “corta-matos” para o assistir. Eu faço isso também, mas na minha vida pessoal.
Quando tenho um propósito, nem que alguma poeira se levante, mesmo que existam muitas pessoas na mesma rota, eu trilho o meu caminho, com os mesmos direitos e deveres, porque se não lutarmos pelos nossos objetivos, de certeza que a tela que é “a história da nossa vida”, não virá ao nosso encontro para que a assistamos no final ‘disto tudo.