Meu querido Pai.
Pouco escrevo acerca do meu pai porque tenho um medo tremendo de o desiludir. Quando temos alguém por quem nutrimos um enorme respeito, o medo de falhar é proporcionalmente igual. Enquanto figura paterna, reconheço que faz pouco o papel educacional, na medida em que sempre teve mais jeito para deseducar, ensinar-me a ver o lado gozão da vida e a rir-me das coisas menos boas ...
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