O remate final da vida

Com a chegada do final do ano, acho que é quase automático fazer um balanço de tudo o que passou. Encontrar o melhor e o pior do que foi vivido ao longo do ano de 2015, é uma das “conversas de café” mais frequentes na atualidade. “Namorei com a pessoa errada”, “dei demais a quem merecia menos”, “larguei um trabalho e arranjei um muito melhor”. São este o tipo de comentários ...
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Corpo cheio duma alma vazia

25 de Novembro de 2015. Um marco na história. Um dia em que todos, homens e mulheres, independentemente do género, deveríamos sair às ruas e gritar “liberdade”. Ao que nos faz mal, ao que nos prende, ao que nos sufoca ...
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Natal sem brilhantes

Venho-vos falar na magia do Natal. Escolhi fazê-lo na primeira pessoa, pois considero-me neste momento um exemplo do que é o brilhante parar de irradiar, mas mesmo assim tudo ser iluminado pela altura que se trata. Para mim, Natal sempre foi família, casa cheia de emoção, risos e troca de histórias que se passaram ao longo do ano ...
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Espaço Eça, um Espaço com Estórias

Em pleno centro de Leiria, na chamada “Rua direita”, que pouco deve ao nome, existe na Rua Barão de Viamonte, um recanto “Cativante”, classifica Alexandra Lontro, contabilista de profissão. É assídua nas visitas ao local e quando lhe pedem para descrever o Espaço Eça não poupa nas palavras: “É Espantoso”, diz de sorriso estampado no rosto ...
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Paz podre, paz industrializada

Que mundo é este? “Querida filha, vives num mundo onde a qualquer momento uma bomba rebenta, ou um “bando” de terroristas pode entrar no teu sonho, bombardear tudo ao teu redor e acabar com a tua felicidade, em segundos. Sangue, lágrimas, corações que não sopram, não vivem, não sentem mais” – porque não me avisaram os meus pais disto, enquanto cresci? Porque é que todo o mundo implora hoje por uma paz, se lhe respondemos com guerra? ...
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Portugal dos (tão) pequenitos

Voltei a escrever por desilusão. Por viver num mundo do avesso, por não saber o que de errado afinal temos, quando o certo é o desconhecido. Vivo num mundo que tem guerra, e onde nós, portugueses, ainda que nem sonhemos o que isso é, fechamos portas e criamos todos os obstáculos para aqueles que vêm apenas em busca dum pouco de paz. De vida. De oportunidades de verem o sol no dia seguinte ...
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Um balde de água fria, com amor.

Da minha maior frustração, diretamente ao teu coração, se o tens. Com que justiça se desaparece da vida de alguém assim? Que espécie de ser abandona todos à sua volta sem “mas” nem “porquês”, preparação ou um mísero “adeus”? Com que direito me disseste “até já” se o já não voltou mais? O para sempre sempre acaba, mas não é justo que o teu tivesse acabado com a brevidade tão feroz que acabou ...
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