E tu, de que fibra és feito?
Bem lá vai o tempo onde cerrávamos os dentes, erguíamos as mangas e íamos à luta. É ao longe que se vê os tempos onde nos movíamos pelos ideais que criávamos e não pelo hipoteticamente correto e o moralmente bonito, como se faz agora. Lá - onde se choravam verdadeiras lágrimas de emoção pelo prazer de o fazer, onde se defendiam identidades individuais e se formavam cabeças pensantes que não se limitavam a ser movidas e se davam ao luxo de por si pensar ...
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