Como assim ainda não tinha contado esta que até já se passou na semana passada?
Pois bem, quem me conhece sabe que ando sempre a correr e carregadíssima para todo o lado. Acho que é quase genético levar comigo a casa atrás não vá o mundo acabar e eu precisar do meu creme de cara ou do corretor de olheiras à última hora.
Pois bem, la vou eu ao supermercado com a mala habitual, a mochila do ginásio e a lancheira. À saída de lá transporto, evidentemente, mais dois bons sacos cheios de coisas que digam “fit” “zero” e “milagroso”. De facto o que trago comigo por norma é tudo isso… Cada vez que meto um pé no supermercado, a minha carteira fica de uma elegância…nem queiram saber.
Bem, cansadíssima porque tudo isto se estava a passar após um dia em cheio (como todos o são, confesso) Estou na paragem de autocarro e claro que teria de ter direito a uma entrada em grande… Diz boa noite ao Sr. Condutor Ana Teresa… Agora passa o passe, sim…acabaram-se as viagens à pica, no mundo do trabalho isso fica foleiro.
Vai-te sentar e… Xeque-mate, fizeste trampa como sempre.
O saco todo “escaqueirado” no meio do autocarro cheio de tios queridos com mais laca que juízo.
Apanhei as coisas com a maior naturalidade do mundo, como se fosse comum o chão ter uma courgette aqui e uma embalagem de bolachas do celeiro ali, mas o maldito do fiambre de peru tinha de me tramar…quando o vou a apanhar os fones soltam-se do telemóvel e em alto e bom som (que obviamente só assim vale a pena ouvir música pelos caminhos de Portugal) começa a soar o querido Nelson Freitas, “ESSA MIUDA É LINDAAAAA”
Bem-vindos a só mais um dos meus dias.