O Avani fez-me (ainda mais) feliz!

Vamos lá ver se vos consigo descrever o que se passou… O meu dia de aniversário deixou de ter grande significado, magia ou encanto. Assustava-me o telemóvel a tocar, os beijinhos, os sorrisos a mais, os cumprimentos… não me interpretem mal, sou de afetos ...
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Vamos lá ver se vos consigo descrever o que se passou…

O meu dia de aniversário deixou de ter grande significado, magia ou encanto. Assustava-me o telemóvel a tocar, os beijinhos, os sorrisos a mais, os cumprimentos… não me interpretem mal, sou de afetos. E tanto que o sou! Espremo os meus com tudo o que posso, mas não no dia que chamam de “meu”. Esse gosto que passe rápido e sorrateiro, silencioso e se estiver de pijama, pantufas e acompanhada com um balde de pipocas e a minha cadela no colo, melhor.

Mas este ano, tudo mudou, e ainda bem.

Passei o meu aniversário na companhia de amigos. Rodeada de paz e com uma necessidade sôfrega de descanso. Sabem onde encontrei tudo isso? Em plena Avenida da Liberdade.

Sim, no centro da Cidade. Foi irreal.

O Avani na Avenida da Liberdade foi o sítio onde fiquei a passar o fim-de-semana.

Tive a honra de ficar hospedada no sétimo piso, o que me deu acesso a uma vista sobre toda a cidade, vista essa que se misturou com um silêncio como se estivesse numa aldeia no interior de Portugal- Maravilhoso. Foi revigorante. De dia estava um sol radiante, de noite vislumbrava-se toda a Avenida da Liberdade, coberta de Luzes de natal, conseguem imaginar comigo? Tão bom só de recordar.

O pequeno almoço é servido no restaurante Olivier, e para abater tantas iguarias, fui diretamente para o ginásio do hotel afim de não ficar eu do tamanho dos três donuts que comi. Depois disso, ainda fui até ao lobby, não poderia perder a oportunidade de desfrutar de um salão maravilhoso como aquele, com um piano de cauda que nos enche a vista e encanta qualquer um, a sério, por favor, vão lá, vão por vós, vão pelos vossos, usufruam, é para isso que cá andamos todos.

À piscina não fui,  embora vontade não me faltasse, porque o ambiente que a envolve, parece que nos transporta para uma qualquer floresta tropical, prefiro deixá-la para mais tarde, onde o clima esteja mais propenso a mergulho, mas seguramente que na primavera, não me escapa.

Sabem? Não sei mesmo a que devo as tantas alegrias que a vida me tem proporcionado, não sei a que devo tantas honras, mas sou tão grata por cada momento que vivo, que faço tudo para desfrutar de cada um deles. E estar ali, poder explorar cada um daqueles espaços, saborear aqueles sabores, descontrair e estar com os meus, foi tão bom que sei que dificilmente me esquecerei daqueles dois dias de puro lazer e descontração.
Aquele hotel sem saber, sem que eu lhe contasse, voltou a fazer com que eu me encantasse de novo pelo meu dia, com que eu corresse para o telefone, e quase de forma inocente contasse, a quem me perguntasse, “caramba, estou tão contente por estar aqui!”.

Foi bom regressar ao tempo em que nada mais importava se não aqueles que por cá andavam e sempre me relembravam “Teresinha, tu estás aqui para ser feliz”.

Obrigada Avani, o meu coração brilhou de alegria, mais do que qualquer outra rua iluminada.

Fotos: Bruno Rosa

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