Quintinha de São João, para sempre no meu coração!

Hoje venho falar-vos da viagem mais especial que fiz até ao dia de hoje. Sim, posso qualificá-la desse modo facilmente e passo já a explicar porquê: levei comigo o meu maior tesouro. E não, não é “parola” esta denominação ...
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Hoje venho falar-vos da viagem mais especial que fiz até ao dia de hoje.

Sim, posso qualificá-la desse modo facilmente e passo já a explicar porquê: levei comigo o meu maior tesouro. E não, não é “parola” esta denominação.

Desta vez fiz-me acompanhar pela minha irmã. Quem me conhece de perto sabe o quanto a gabo, quem a conhece a ela, sabe que a gabo com toda a razão do mundo para o fazer.

A minha irmã foi uma dádiva de Deus. Na história da nossa vida, que já tantas partidas nos pregou apesar da nossa tenra idade, não sei ao certo quem toma conta de quem. Somos uma equipa para dizer a verdade. Os nossos feitios não poderiam ser mais divergentes, mas quando nos juntamos não há corrente que nos separe nem vento que nos leve. Não há união maior do que a nossa quando os nossos dedos se entrelaçam por uma causa, e desta vez a nossa missão foi a de ir em busca de “paz”. E fomos, sem dúvida, para o sítio certo.

O Funchal, na Ilha da Madeira, foi o sítio definido. Ficámos alojadas na Quintinha de São João, que foi, até à data, o melhor Hotel onde estive na vida a nível de tudo:  Paisagem envolvente, instalações, disponibilidade por parte do Staff para nos atender e até nos serviços disponíveis.

Desculpem estar a demorar tanto a desenvolver, mas está-me realmente a custar passar para o papel os dias que ali vivi, os cheiros que senti, o que vislumbrei, a alegria que esta viagem me proporcionou.

Para dizer a verdade, não me lembro da última vez em que fui tão feliz assim.

A Ilha tem muito mais para fazer do que eu alguma vez imaginei. Obviamente que não conseguimos fazer nem metade do que tínhamos agendado. Primeiro porque ter coragem para largar o hotel todos os dias era uma luta, depois porque de cada vez que descobríamos algo novo, perdíamos-nos no esplendor do que nos rodeava.

Sabem? senti-me completamente num conto de fadas.

Acho que se tivesse de explicar num sentido figurativo a minha viagem, pedia-vos que me imaginassem em cima de uma nuvem a flutuar sobre a vida real. É isso. Eu ali estive acima de tudo o que é real e palpável.

Concretizei um sonho de infância ao ver golfinhos em pleno Oceano Atlântico numa viagem de catamarã, pela VMT.; Fiz Paddle Surf no Oceano com um instrutor que me ensinou a rir não de mim e do meu pouco jeito, mas para mim- escolhi para essa actividade uma escola de Surf familiar e hiper acolhedora. E por último, mas não (de todo) menos importante, para mal da minha dieta, comi maravilhosamente bem.

Quanto às vistas são de perder o ar; Os jardins botânicos são de um encanto dignos de pinturas a aguarela, e toda a Ilha está “construída” numa harmonia estonteante.

Posso dizer-vos que esta viagem ficará para sempre na minha memória pelos melhores motivos, e que se estão há espera de um forte motivo para lá ir tal como eu estava, não esperem mais.

Garanto-vos, a perfeição existe, e eu descobria-a desde o momento em que senti aquele ar tão puro rodeado por toda aquela harmonia perfeita.

Obrigada Quintinha de São João, realizei o sonho da minha mãe de “nos levar lá a todas”, pois tenho a certeza absoluta que ela esteve connosco em cada um daqueles momentos.

Estarei eternamente grata pelo pedaço de paraíso que me deram a conhecer.

Obrigada, e até breve, de certeza.

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